Barroso prorroga por 60 dias investigações da PF em inquérito contra TemerTempo de leitura: 1 min.

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto deu à PF (Polícia Federal) mais 60 dias para concluir inquérito envolvendo o presidente Michel Temer. O magistrado é o relator do caso na Corte.

Barroso pediu manifestação da PGR (Procuradoria Geral da República) sobre a prorrogação. No entanto, como o pedido da PF foi realizado na véspera do recesso do Judiciário, ele já autorizou a PF a prosseguir com as apurações.

Na decisão, o ministro chama a petição da Polícia Federal de “substanciosa” e diz haver 1 “volume expressivo de providências já tomadas e 1 conjunto relevante de informações obtidas” no âmbito do inquérito.

Em maio, o ministro já havia concedido mais prazo, até início de julho, para a conclusão das investigações. O inquérito é conduzido pelo delegado Cleyber Malta Lopes.

O inquérito foi aberto em maio de 2017 e é prorrogado desde então. No momento é a única investigação referente a Temer ainda em andamento.

De acordo com a acusação, o presidente teria recebido propina em troca da edição do Decreto dos Portos. A negociação teria beneficiado a empresa Rodrimar, que opera o Porto de Santos. Temer e a empresa negam irregularidades.